A imprensa brasileira tem falado muito das crises do senado e divulgado fatos, e usando deles para os seus interesses, e quem não souber disso é um pobre ingênuo, no entanto a história do senado brasileiro é feita também de armações, e tantas outras coisas escuras.
Senador Arnon Afonso de Farias Melo assassinou a tiros a menos de cinco metros o então senador do Acre José Kairala ao tentar assassinar o seu inimigo Silvestre Perícles de Góis Moteiro em pleno plenário do senado, qualquer semelhança com o atual senador e ex-presidente da republica Fernando Collor de Melo, que teve o seu mandato marcado por planos econômicos congelados, ganhadores em série de loterias, traições entre família, fugas para o exterior, é realmente verdadeira, pois o senhor citado acima é pai do atual ocupante da cadeira alagoana no senado. Assim Arnos Melo tornou-se o primeiro senador cassado desse país.
Tenho a impressão que citei a escaleta de um filme de gângsteres italianos que eram tute bona gente. Sem dúvida tudo isso e mais um pouco desembocou na cassação do seu mandato. Quero dizer que por trás do cassado Fernando Collor havia uma historia de família de desrespeito a total as instituições desse país.
Os escândalos não nasceram ontem, desde sempre houve fatos que envergonharam a nação, mas a diferença é que a imprensa, na verdade os grupos que detém a informação nesse país defendem cada vez mais os seus interesses sociais, econômicos e políticos, isso acontece de maneira acintosa e descarada, basta apenas observar a briga da Record com Globo para tomarem conta da transmissão esportiva.
Antes os problemas políticos eram escondidos, postos para debaixo do tapete, a liberdade de imprensa estava sitiada, e os governos controlavam os meios de informação e comunicação, e quando haviam certos “probleminhas” eram facilmente resolvidos com um engavetador geral da geral da república, sem denúncias e muita marmelada.
O Senador Carlos Jereissati pai do atual senador Tasso Jereissati assim como tantos outros, sequer receberam um voto, ou seja, o povo não teria nenhum poder de cobrança sobre políticos. O desrespeito as instituições segue desde sempre, um senador, cargo de tamanha importância era privatizado e a cultura do mandato privatizado continua até os dias do modernizado século XXI. Os atos Secretos de José Sarney senador pelo Amapá, escritor do livro o dono do Mar(anhão), sofre com tantas representações no conselho de ética, e que setenta e seis por cento da tal comissão, possui algum problema com a mesma, é um resquício do tal desplante, que me causa arrepios só de pensar.
A história é seguida disso. As grandes corporações usam a notícia como moeda de troca, os escândalos que os interessam são divulgados amplamente, e os outros quem sabe terá cobertura. Mas o que diferencia é que esses homens foram escolhidos por nossos dedos e temos total responsabilidade de cobrar e se por como atores da mudança, falta ideologia e sobre descrença, se houvesse um golpe militar, quem poucos se incomodariam.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Sarney continua a historia
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Que os problemas no Senado não são novos todo mundo sabe, é vergonhoso o que se perde em corrupção neste país.
ResponderExcluirAgora na minha opinião a imprensa tem que divulgar isso sim, aliás eles escondem muitas coisas, apesar de noticiarem os escandalos atuais do senado.
Quanto a concorrência entre as emissoras acho até que saudável isso leva a busca pela melhoria da qualidade, gera mais investimentos e consequentemente mais empregos.